Apresentação
Capítulo 1
As Matrizes da Construção da Climatologia Geográfica Brasileira
João Lima Sant’Anna Neto
Protoclimatologia brasileira: o período pré-monteriano
Os avanços da Meteorologia Dinâmica: Bjerknes e Rossby e as escolas de Bergen e de Chicago
A construção de uma abordagem geográfica do clima: tentativa de periodização da Climatologia Geográfica
O impacto das obras de Max Sorre e Richard Hartshorne
As matrizes “monterianas” de construção de um paradigma: o ritmo
Considerações finais
Capítulo 2
A Climatologia Geográfica no Brasil e a Proposta de um Novo Paradigma
Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro
Revisão conceitual
A proposta do novo paradigma
Os climas urbanos
Um quadro de referência teórica para estudos do clima urbano (o clima urbano como um sistema dinâmico adaptativo)
Um programa de pesquisa e suas limitações
Capítulo 3
O Estudo do SCU – Sistema Clima Urbano – no Brasil: aplicações e avanços
Francisco Mendonça
A urbanização brasileira e seus problemas a partir de meados do século XX
Problemas de clima urbano: a proposta SCU (Sistema Clima Urbano) de Monteiro (1976)
SCU – aplicações, estudos de caso e avanços no Brasil
Sintetizando a discussão
Capítulo 4
Dinâmica Atmosférica e Análise Rítmica: a contribuição do brasileiro Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro à França de Pédelaborde e à Itália de Pinna
João Afonso Zavattini
Preâmbulo
A influência francesa nos cursos de Geografia no Brasil e a repercussão na climatologia
A aceitação do conceito de Clima de Sorre: Monteiro, Pédelaborde e Pinna
A análise rítmica de Monteiro chega à França: Besancenot se confunde e surpreende!
Considerações finais
Anexo
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